Rondônia se destaca no país e alcança 4ª posição nacional em responsabilidade fiscal

Rondônia foi reconhecida como um dos estados mais responsáveis do Brasil na gestão das finanças públicas, ocupando a 4ª posição no ranking nacional de liquidez elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O índice avalia a capacidade dos governos de manter suas contas em dia, pagar compromissos de curto prazo e ainda preservar recursos para [ ]
Rondônia foi reconhecida como um dos estados mais responsáveis do Brasil na gestão das finanças públicas, ocupando a 4ª posição no ranking nacional de liquidez elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O índice avalia a capacidade dos governos de manter suas contas em dia, pagar compromissos de curto prazo e ainda preservar recursos para investimentos.
O resultado confirma o bom desempenho fiscal do estado, que hoje possui saldo financeiro positivo e condições de honrar despesas com servidores, fornecedores e políticas públicas essenciais, sem comprometer a capacidade de crescimento.
O governador Marcos Rocha afirma que o levantamento reforça o compromisso da gestão com o uso responsável do dinheiro público.
“É um sinal de que o dinheiro público está sendo bem administrado, com responsabilidade e destinação correta para melhorar a qualidade de vida da população. O governo consegue pagar as contas e há recursos para obras de infraestrutura e melhorias dos serviços oferecidos aos cidadãos.”, enfatizou.
Entenda o ranking
O Índice de Liquidez compara o total de recursos disponíveis no estado com suas obrigações imediatas. Quanto menor for o indicador, melhor o desempenho fiscal, sinal de maior equilíbrio financeiro. Rondônia figura entre os melhores do país, na frente de estados de grande porte como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Ranking de Liquidez – Posicionamento de Rondônia
1º Santa Catarina – 5,5%
2º Goiás – 5,8%
3º Paraná – 6,9%
4º Rondônia – 9,4%
O resultado evidencia o momento de estabilidade e eficiência administrativa vivido por Rondônia, abrindo espaço para ampliar investimentos e impulsionar o desenvolvimento regional.



