Rádio: a mídia que ainda faz toda a diferença

Contato direto e engajamento real Dados da Jacobs Media Techsurvey mostram que o canal mais escolhido pelos ouvintes para interagir com sua emissora é o site oficial (58%). Em seguida vêm tentativas de ganhar promoções (46%) e o streaming via aplicativo móvel (45%). E-mail e streaming via desktop também aparecem, com 37% cada, consolidando a [ ]
Contato direto e engajamento real
Dados da Jacobs Media Techsurvey mostram que o canal mais escolhido pelos ouvintes para interagir com sua emissora é o site oficial (58%). Em seguida vêm tentativas de ganhar promoções (46%) e o streaming via aplicativo móvel (45%). E-mail e streaming via desktop também aparecem, com 37% cada, consolidando a rádio como meio ativo de engajamento.
Confiança inabalável
Uma pesquisa de 2025 coloca a rádio como o veículo mais confiável do Brasil: 81% da população declara confiar neste meio, superando TV paga (75%), aberta (69%), jornal impresso (68%), podcasts (64%), mídia online (59%), redes sociais (41%) e influenciadores (35%).
Alto retorno para anunciantes
O investimento na rádio se mostra altamente eficaz. Segundo estudos da Nielsen Media Mix Modeling (MMM) e outras fontes confiáveis, o retorno sobre o investimento (ROI) em rádio AM/FM atinge impressionantes US$ 10 a cada US$ 1 investido — valor superior a display, vídeos, mídia out-of-home e busca online. Algumas análises mais recentes até apontam ROAS de US$ 12 por US$ 1 investido em rádio, superando outras mídias tradicionais. Rádio também proporciona aumento de tráfego digital e apoio ao desempenho de campanhas multiplataforma.
Perfis de audiência que dialogam com as redes sociais
O rádio conquista públicos com perfis semelhantes aos das redes sociais, especialmente nas faixas de 30 a 39 anos (25%) e 40 a 49 anos (17%), acima da média dessas mesmas faixas nas redes (23% e 16%, respectivamente).
Liderança absoluta em áudio ao vivo
No mundo das mídias sonoras, a rádio ao vivo domina com 82% de preferência, deixando para trás até mesmo serviços pagos como Spotify (21%) e até YouTube (14%), além de versões gratuitas do Spotify (12%) e Apple (10%).
Por que esses dados importam?
- Credibilidade e proximidade: A confiança e o engajamento autêntico tornam o rádio um meio poderoso para manter uma conexão duradoura com o público.
- Eficácia no marketing local e nacional: O ROI elevado, aliado ao suporte ao digital (traffic lift e sinergia cross-media), faz do rádio uma escolha inteligente e impactante.
- Audiência sóbria e consolidada: Com perfis de ouvintes bem definidos, o rádio entrega resultados consistentes e mensuráveis.
- Presença dominante no áudio ao vivo: Em um momento de fragmentação digital, a conexão humana e imediata do rádio se destaca com força total.
Conclusão
Os dados reafirmam o rádio como um pilar fundamental na comunicação moderna, seja para informar, envolver ou converter. É um veículo que oferece confiança, visibilidade e retorno comprovado.








