Porto Velho é reconhecida nacionalmente por programa de vacinação em áreas de fronteira

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), recebeu destaque na II Oficina Nacional do Projeto ImunizaSUS, conquistando o segundo lugar entre os trabalhos da região Norte. O projeto premiado, intitulado Sem Fronteira: vacinação para resgate das altas coberturas vacinais , visa ampliar a imunização em áreas de difícil acesso e [ ]
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), recebeu destaque na II Oficina Nacional do Projeto ImunizaSUS, conquistando o segundo lugar entre os trabalhos da região Norte. O projeto premiado, intitulado “Sem Fronteira: vacinação para resgate das altas coberturas vacinais”, visa ampliar a imunização em áreas de difícil acesso e fronteiriças.
A coordenadora de Imunização da Semusa, Elizeth Gomes, representou o município no evento realizado em Brasília. Ela destacou os desafios enfrentados pelas equipes de saúde, que percorrem grandes distâncias e atuam em locais com infraestrutura limitada, como fazendas, escolas e comunidades rurais. “Esse trabalho vem sendo realizado todos os anos nos distritos e linhas rurais de Porto Velho para garantir o bloqueio de doenças como a coqueluche, por exemplo, com casos na Bolívia e que, felizmente, não chegou ao Brasil graças a essa ação”, afirmou Elizeth.
Em dois anos de atividade, o programa “Vacinação Sem Fronteira” já imunizou quase 20 mil pessoas nas fronteiras de Porto Velho. A iniciativa é organizada pelo Governo do Estado, através da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), com execução dos municípios rondonienses.
Este é o segundo reconhecimento nacional consecutivo para a Semusa. Em 2023, o projeto “Vacina itinerante: sala móvel e a busca pelas altas coberturas vacinais” foi premiado como a melhor experiência de Rondônia na I Oficina Nacional ImunizaSUS.
A secretária da Semusa, Eliana Pasini, ressaltou a importância da imunização como principal fator na prevenção de doenças. “Ver esse trabalho reconhecido entre os trezentos apresentados é sinal de que estamos no caminho certo”, concluiu.
Fonte: Rondônia Agora



