Oscar Schmidt morre aos 68 anos e deixa legado histórico no basquete mundial
A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente O basquete mundial perdeu nesta sexta-feira (17) um de seus maiores nomes. Oscar Schmidt, referência histórica do esporte e ídolo de gerações, morreu aos 68 anos, após passar mal e receber atendimento médico em São Paulo. De acordo com as informações divulgadas, Oscar foi levado ao [ ]
A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente
O basquete mundial perdeu nesta sexta-feira (17) um de seus maiores nomes. Oscar Schmidt, referência histórica do esporte e ídolo de gerações, morreu aos 68 anos, após passar mal e receber atendimento médico em São Paulo.
De acordo com as informações divulgadas, Oscar foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) depois de apresentar um mal-estar. A morte do ex-jogador foi confirmada por sua assessoria de imprensa. Até o momento, a causa não foi oficialmente informada.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar conviveu durante os últimos anos com um tumor cerebral, diagnosticado em 2011. Ao longo desse período, passou por cirurgias e diferentes tratamentos. Em 2022, decidiu interromper as sessões de quimioterapia.
Trajetória histórica no esporte
Natural de Natal, Oscar Schmidt construiu uma das carreiras mais marcantes da história do basquete. Em 25 temporadas como profissional, se consolidou como o maior pontuador da modalidade, com 49.703 pontos, além de ser o atleta com mais pontos anotados na história dos Jogos Olímpicos, com 1.093.
Nas Olimpíadas, disputou cinco edições consecutivas e protagonizou atuações memoráveis. Entre elas, está a partida contra a Espanha, nos Jogos de Seul 1988, quando marcou 55 pontos, recorde em uma única partida do torneio.
Pela Seleção Brasileira, viveu um de seus momentos mais emblemáticos na conquista do ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na final, liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, resultado que marcou a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição.
Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas, e encerrou sua trajetória com 7.693 pontos em 326 partidas oficiais pela seleção brasileira, entre 1977 e 1996.
Legado
Mais do que recordes, Oscar Schmidt deixa um legado de talento, dedicação e protagonismo no esporte. Seu nome permanece entre os maiores da história do basquete mundial e seguirá como símbolo de excelência para futuras gerações.



