Governo de RO adquire viaturas blindadas para fortalecer segurança pública

Para impulsionar a segurança no estado, o governo de Rondônia destinou R$ 16.340.580,00 (dezesseis milhões, trezentos e quarenta mil, quinhentos e oitenta reais) na compra das primeiras viaturas semi-blindadas. Inicialmente, foram encomendados 46 (quarenta e seis) SUVs de grande porte com blindagem parcial — apelidadas de “viaturas escudo”. A ação faz parte de um pacote [ ]
Para impulsionar a segurança no estado, o governo de Rondônia destinou R$ 16.340.580,00 (dezesseis milhões, trezentos e quarenta mil, quinhentos e oitenta reais) na compra das primeiras viaturas semi-blindadas. Inicialmente, foram encomendados 46 (quarenta e seis) SUVs de grande porte com blindagem parcial — apelidadas de “viaturas escudo”. A ação faz parte de um pacote de investimentos da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), visando equipar melhor as polícias, reconhecer os servidores e atualizar as operações.
O governador Marcos Rocha destacou o impacto direto nas ruas: “São equipamentos que aumentam a capacidade de resposta das forças de segurança, reduzem riscos nas ocorrências de maior complexidade e elevam o nível das nossas operações no enfrentamento ao crime”.
Segundo o secretário da Sesdec, Felipe Bernardo Vital, os veículos chegam em abril: “Antes da entrega, todo o processo passou por rigorosos critérios técnicos. A comissão da Sesdec realizou a validação do protótipo, além de acompanhar os testes balísticos. Também foram realizados testes dinâmicos em pista, com a participação da equipe da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça”.
Projetados para a vanguarda, os blindados protegem policiais em confrontos com o crime organizado, missões de risco e zonas críticas. Com recursos para cenários extremos, elevam a agilidade das equipes, otimizam intervenções e salvam vidas.
A chegada marca um marco na segurança pública, com mais resguardo aos agentes, menor exposição a perigos e maior ousadia em áreas conflituosas, ampliando a presença estatal onde essencial.



