A rádio que todo mundo ouve!
Rádio Rondônia
Slider Principal

Gestantes Rh negativo: governo de Rondônia alerta sobre a importância do pré-natal especializado

Gestantes Rh negativo: governo de Rondônia alerta sobre a importância do pré-natal especializado

A gestação é uma fase marcante e merece atenção especial para garantir o bem-estar da mãe e do bebê. Pensando nisso, o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), reforça a necessidade de um cuidado maior para gestantes com fator Rh negativo. Uma das primeiras orientações é iniciar o pré-natal [ ]

A gestação é uma fase marcante e merece atenção especial para garantir o bem-estar da mãe e do bebê. Pensando nisso, o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), reforça a necessidade de um cuidado maior para gestantes com fator Rh negativo. Uma das primeiras orientações é iniciar o pré-natal o quanto antes e identificar o tipo sanguíneo tanto da mãe quanto do pai.

Quando a mãe é Rh negativo e o pai é Rh positivo, existe a possibilidade de incompatibilidade sanguínea, tornando essencial um acompanhamento detalhado desde o início da gestação. Para as mulheres na primeira gravidez e sem histórico de abortos, o pré-natal pode ser realizado na Unidade Básica de Saúde (UBS).

Já para casos de maior risco, como na segunda gestação de mulheres com Rh negativo e parceiros com Rh positivo, o atendimento é direcionado para o pré-natal de alto risco da Policlínica Oswaldo Cruz (POC). A unidade funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, na Av. Governador Jorge Teixeira, 3.862, bairro Industrial, em Porto Velho. O agendamento deve ser feito por encaminhamento médico na UBS, com apresentação do cartão SUS, documento com foto e comprovante de endereço.

De acordo com a obstetra Rita de Cássia, o principal cuidado está na prevenção da formação de anticorpos pela mãe que possam atacar as células sanguíneas do bebê. O exame Coombs indireto, oferecido gratuitamente pelo Laboratório Estadual de Patologia e Análises Clínicas (Lepac), é fundamental para identificar essa condição. Quando necessário, a mãe deve receber a imunoglobulina anti-D até 72 horas após o parto, protegendo futuras gestações.

A médica reforça a importância de iniciar o pré-natal no primeiro trimestre, permitindo identificar e tratar possíveis problemas que poderiam comprometer o desenvolvimento do bebê, como risco de parto prematuro, icterícia ou dificuldades no crescimento após o nascimento.

O secretário estadual de Saúde, Jefferson Rocha, destacou que as equipes de saúde estão preparadas para oferecer o suporte necessário a cada gestante. “O pré-natal é essencial para monitorar a saúde da mãe e do bebê e possibilitar ações que evitem complicações. Esse cuidado faz toda a diferença para uma gestação mais segura e tranquila”, concluiu.

Veja também