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Falta de efetivo agrava crise de segurança e sufoca comércio em Porto Velho.

Falta de efetivo agrava crise de segurança e sufoca comércio em Porto Velho.

A crescente onda de violência em Porto Velho escancara um problema que comerciantes e moradores denunciam há tempos: a falta de efetivo policial nas ruas. A ausência de policiamento ostensivo tem deixado bairros inteiros vulneráveis, facilitando a ação de criminosos e aumentando a sensação de insegurança.No comércio local, os reflexos são imediatos. Empresários relatam prejuízos [ ]

A crescente onda de violência em Porto Velho escancara um problema que comerciantes e moradores denunciam há tempos: a falta de efetivo policial nas ruas. A ausência de policiamento ostensivo tem deixado bairros inteiros vulneráveis, facilitando a ação de criminosos e aumentando a sensação de insegurança.
No comércio local, os reflexos são imediatos. Empresários relatam prejuízos constantes com furtos, assaltos e arrombamentos. Muitos já não se sentem seguros nem mesmo durante o dia. À noite, a situação se agrava, e a alternativa encontrada por diversos lojistas tem sido reduzir o horário de funcionamento ou até encerrar atividades.


A insuficiência de policiais impacta diretamente na capacidade de resposta das forças de segurança. Ocorrências demoram mais para serem atendidas, o patrulhamento se torna escasso e áreas comerciais ficam praticamente desassistidas em determinados períodos.


Para quem empreende, a conta não fecha. Além dos prejuízos com a criminalidade, cresce o gasto com segurança privada, instalação de câmeras e reforço estrutural nos estabelecimentos. Ainda assim, muitos afirmam que não há garantia de proteção.


A população também sente o impacto. O medo altera rotinas, esvazia as ruas e enfraquece o comércio, criando um ciclo negativo que atinge toda a economia da cidade.


Diante desse cenário, a cobrança é direta: é preciso reforçar o efetivo policial, ampliar o patrulhamento e investir em estratégias integradas de segurança pública. Sem isso, o comércio segue pedindo socorro — e a cidade, cada vez mais refém da insegurança.


Oito anos sem concurso na PM agravam déficit de efetivo e aumentam insegurança em Porto Velho
A crise na segurança pública em Porto Velho ganha um novo capítulo com um dado preocupante: há oito anos não é realizado concurso público para a Polícia Militar no estado. O reflexo dessa ausência já é sentido nas ruas, com a redução do efetivo e a sobrecarga dos policiais que seguem em atividade.


Sem reposição adequada, o número de agentes diminui ao longo do tempo, seja por aposentadorias, afastamentos ou desligamentos. O resultado é um policiamento cada vez mais limitado, incapaz de atender à crescente demanda por segurança, especialmente em áreas comerciais e bairros mais vulneráveis.
Com menos policiais nas ruas, a presença ostensiva — fundamental para inibir a criminalidade — praticamente desaparece em determinados horários. Comerciantes relatam aumento de furtos, assaltos e arrombamentos, enquanto a população convive diariamente com o medo.


A falta de concurso também compromete o planejamento estratégico da segurança pública. Sem renovação no quadro, torna-se difícil expandir operações, fortalecer o patrulhamento e implementar políticas mais eficazes de prevenção ao crime.


Enquanto isso, o comércio local segue acumulando prejuízos e cobrando providências. Para muitos empresários, a sensação é de abandono. Já para os policiais em serviço, a realidade é de sobrecarga e pressão constante.
Diante desse cenário, cresce a cobrança por medidas urgentes: a realização de novos concursos, o reforço do efetivo e investimentos estruturais na segurança pública. Sem essas ações, Porto Velho continuará enfrentando um cenário de insegurança que afeta diretamente a economia e a qualidade de vida da população.


Da Redação: por Jornalista Rando Silva. Registro Profissional sob número 1834/RO

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