Desemprego avança em 12 estados no 1º trimestre de 2025, aponta IBGE

A taxa de desemprego aumentou em 12 unidades da federação no primeiro trimestre de 2025, segundo a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira (16) pelo IBGE. Nas demais 15, o índice permaneceu estável. A média nacional chegou a 7%, acima dos 6,2% do trimestre anterior, mas ainda é a menor para o período desde 2012. Entre [ ]
A taxa de desemprego aumentou em 12 unidades da federação no primeiro trimestre de 2025, segundo a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira (16) pelo IBGE. Nas demais 15, o índice permaneceu estável. A média nacional chegou a 7%, acima dos 6,2% do trimestre anterior, mas ainda é a menor para o período desde 2012.
Entre os estados com maior desemprego estão Pernambuco (11,6%), Bahia (10,9%) e Piauí (10,2%). Já Santa Catarina (3,0%), Rondônia (3,1%) e Mato Grosso (3,5%) registraram as menores taxas.
A pesquisa também mostrou desigualdades no mercado de trabalho. O desemprego atinge mais as mulheres (8,7%) do que os homens (5,7%) e é maior entre pretos (8,4%) e pardos (8%), comparado aos brancos (5,6%). Pessoas com ensino médio incompleto enfrentam a maior taxa de desocupação (11,4%).
O rendimento médio dos trabalhadores brasileiros foi de R$ 3.410, com destaque para aumentos no Nordeste e Sul. As maiores médias salariais estão no Centro-Oeste (R$ 3.848) e Sudeste (R$ 3.814); as menores, no Nordeste (R$ 2.383) e Norte (R$ 2.649).
A informalidade segue alta, atingindo 38% da população ocupada. O Maranhão (58,4%) lidera com a maior taxa, seguido por Pará (57,5%) e Piauí (54,6%). As menores foram observadas em Santa Catarina (25,3%), Distrito Federal (28,2%) e São Paulo (29,3%).



