Após quatro meses de interdição, ponte sobre o rio Candeias segue com tráfego parcial e causa transtornos na BR-364

Na manhã da última quinta-feira (22), no trecho da BR-364 entre Porto Velho e Candeias do Jamari, para mostrar de perto a situação enfrentada por motoristas desde a interdição total de uma das estruturas em janeiro deste ano. A ponte mais antiga foi interditada após apresentar fissuras graves. Com isso, o tráfego foi desviado para [ ]
Na manhã da última quinta-feira (22), no trecho da BR-364 entre Porto Velho e Candeias do Jamari, para mostrar de perto a situação enfrentada por motoristas desde a interdição total de uma das estruturas em janeiro deste ano.
A ponte mais antiga foi interditada após apresentar fissuras graves. Com isso, o tráfego foi desviado para a estrutura mais nova, que passou a operar temporariamente em mão dupla. No entanto, essa segunda ponte também apresentou falhas estruturais e teve o tráfego parcialmente restringido desde o início de maio, resultando em atrasos de até 30 minutos para a travessia.
Motoristas relatam constantes transtornos e longas filas, enquanto apenas uma pista segue liberada de forma alternada, sob monitoramento. A situação mobilizou órgãos de engenharia e autoridades locais.
Uma vistoria técnica realizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia (CREA-RO) identificou problemas também na ponte mais recente. O relatório foi encaminhado ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), solicitando documentação técnica, dados de monitoramento e cronogramas de recuperação.
Em nota, o Dnit informou que as obras emergenciais utilizarão tecnologia extradossada — com o uso de cabos externos para reforçar a estrutura. A previsão contratual para conclusão é de até um ano, mas há expectativa de antecipação da entrega.
Enquanto isso, o tráfego na principal via de ligação entre Porto Velho e o interior do estado segue comprometido, com filas e lentidão no trecho do rio Candeias.



